Cris Cyborg manda recado para Amanda Nunes: “Vou te matar no octógono”

Foto: Getty Images

A chapa está esquentando. Após Dana White, presidente do UFC reiterar vontade de casar um embate entre a brasileira campeã peso-pena Cris Cyborg e a também ‘brazuca’ campeã peso-galo Amanda Leoa Nunes, o circo começou realmente a pegar fogo.

Conhecida por ser uma mulher completamente honrada dentro e fora dos cages da vida, Cristiane Cyborg já disparou contra o técnico de Amanda, Conan Silveira, percursor de toda essa novela, que afirmou em entrevista ao ‘Portal do Vale Tudo’, que a baiana gostaria de desafiar a vencedora do embate entre a curitibana e a ex-campeã da divisão até 66 kg Holly Holm, que ocorreu no final do ano passado (2017), na luta principal do UFC 219, com vitória por decisão unânime da atleta da Chute Boxe.

Em entrevista ao programa norte americano “The MMA Hour”, Cyborg, que já havia afirmado que Amanda não vendia PPV e por isso gostaria de enfrenta-la, reiterou a frase e adicionou uma ‘pitada de inferno’ na novela.

“Claro que ela (Amanda Nunes) quer essa luta. Ela lutou com a Ronda (Rousey), que fez três milhões (de vendas em pay-per view) e a só aí, a Amanda fez pay-per-view. Ela lutou com a Miesha (Tate), no card do Brock Lesnar (UFC 200), e fez pay-per-view (novamente), mas ela não vende por ela mesma. Vamos lutar com a Cyborg? Ok, tudo bem, vamos lutar, mas tem que ser em um grande card. Respeito ela, ela é brasileira, mas me desafiou, então fique pronta porque eu vou te matar no octógono”, disparou.

Ainda no mesmo bate papo com o jornalista norte americano Ariel Helwani, Cristiane comentou uma falácia de Dana White, que em entrevista ao “FS1”, havia dito que a luta entre ela e a Leoa, era para ter ocorrido no extinto Strikeforce, e, que, esse, na época, havia sido o principal motivo para terem dado um contrato para a atual campeã peso-galo assinar.

“A Amanda (Nunes) nunca esteve perto de lutar pelo cinturão peso-pena do Strikeforce. Ela perdeu para a Alexis Davis, para a Cat Zingano. Têm várias lutas que ela poderia fazer. Se ela quer fazer a luta (comigo), tudo bem, mas eu tenho lutas para fazer no meu contrato. Quero que o UFC invista na minha divisão. Não quero aposentar e ver minha divisão ser tirada porque não tinham garotas”, finalizou Cyborg.

Por Dario Ferrari

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