A lei que proíbe a prática é do ano de 1997 e a empresa sugere que com as práticas e segurança que cercam o esporte com baixíssimo índices de acidentes e lesões graves, abaixo inclusive de muitos esportes lícitos no estado, que a lei deve ser atualizada com base na evolução sobre as práticas atuais que visam a integridade física do atleta, assim como nos estados de Nevada, Califórnia, entre outros.
A juíza Kimba M. Wood, responsável pelo caso, alega que os termos aos quais a lei fora escrita ainda são vigentes na atualidade independentes das práticas de segurança impostas pelo UFC e não quer se pronunciar sobre a ação da Zuffa.
Em janeiro de 2013 as assembléias do estado e senado reunirão-se novamente para discutir suas sessões para o ano e o tema novamente deverá ser abordado visando interesses econômicos do estado entre outros esforços legislativos impulsionados pelas ações da organização.
Fonte: MMA Fighting






