Rockhold analisa mudança de adversário no UFC

Foto: Getty Images

O norte americano ex-campeão peso médio do extinto Strikeforce e também do UFC, Luke Rockhold, inicialmente iria encarar o australiano campeão linear da divisão Robert Whittaker, na luta principal do UFC 221, que será realizado no dia 11 de fevereiro, na Perth Arena, em Perth, na Austrália, mas uma lesão do lutador da Gracie Smeaton Grange, fez com que o adversário do lutador da “AKA”, fosse mudado, e agora, o ‘bonitão’ irá bater de frente com o cubano Yoel Romero.

Rockhold, em entrevista ao programa “MMA Hour”, disse que a lesão de Whittaker (não revelada) foi realmente séria e revelou que pediu aos dirigentes do Ultimate, para que fizessem uma disputa de título interino, com certeza, para assegurar uma disputa pelo cinturão linear em um futuro próximo.

“Claro que não é a situação ideal (um título interino). Estarei viajando o mundo todo para lutar com um cara que eu poderia encontrar na rua (Yoel Romero), e eu gostaria mesmo, de com (Robert) Whittaker. É a luta que eu estava buscando há um bom tempo e pensei que seria um bom momento para acontecer, mas infelizmente ele está com problemas de saúde. Desejo o melhor para ele e sei que Whittaker não é um homem que foge de nada. Respeito o garoto e desejo o melhor. Espero que não seja tão grave”.

De acordo com Rockhold, uma luta com o veterano cubano da American Top Team, casa melhor para ele do que a luta com o australiano casaria e acredita, que será mais fácil vencer Romero, do que seria vencer Whittaker.

“Acho que o Yoel tem mais buracos expostos em seu jogo e que o Whittaker é mais fechado. Acredito que seja mais difícil de pegá-lo, enquanto o Yoel deixa espaços abertos. São lutas parecidas, mas gosto desse casamento. Yoel tem o necessário mentalmente. Quer dizer, ele tem o que é necessário para ganhar mesmo quando ele está cansado. Tudo se trata de fazer o corpo dele desistir, que é o que eu planejo fazer. Ele tem limitações, buracos, então vou quebrá-lo em pedaços até destruir o seu corpo (acabar com seu gás). Sei que ele vai vir para cima, sei que ele é perigoso, sei que não vai desistir e sei também, que o corpo dele não aguenta e vou pressioná-lo até esse ponto de desistência”, finalizou.

Por Dario Ferrari

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